blog do Marcelo
  Leitor, qual a solução?

É extremamente lamentável o índice de violência verificado no Brasil.

Estamos todos temerosos.

O que fazer, leitor, para solucionar este gravíssimo problema que assola o nosso País?

É preciso ser encontrada uma saída para esta chaga.

O Brasil chora!

 




Escrito por Marcelo Fonseca às 09h57
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  Escrevendo

Olá, amigos!

Concedi-me férias. E, hoje, volto a postar no blog do Marcelo.

Gostaria de agradecer a vocês leitores que visitam este blogue. Sejam todos bem-vindos!

Grande abraço!



Escrito por Marcelo Fonseca às 14h38
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  Que seja de véu e grinalda

Duas irmãs disputando o amor de um mesmo homem. Fato que levou muita dor à mãe de ambas.

Viúva, dona Célia não compreendia o que estava acontecendo com Ruth e Bárbara.

Estas irmãs viviam um tormento só. Era briga todo momento pelo amor de Túlio. Dona Célia conversava com amigas sobre a situação esdrúxula entre as filhas.

Túlio se sentia o tal; disputado a tapas por Ruth e Bárbara.

Dona Célia já não suportava mais este ambiente de brigas em sua casa; então ela tomou uma decisão: contratou um detetive particular para investigar a vida do seu pretenso futuro genro.

A investigação indicou que Túlio era casado e pai de quatro filhos. Morava com a família.

Objetivando usufruir da riqueza da família de dona Célia, Túlio queria, porque queria, casar-se com uma das suas filhas. Sabido, Túlio havia alugado um apartamento luxuoso e se divorciado da esposa que conhecia e aprovava os planos dele. A mulher ou melhor ex-mulher de Túlio não via a hora de, também, ficar rica. Túlio lhe prometera que casaria com uma das ricaças - lembra-se que as duas irmãs estavam apaixonadas por ele - e ficaria, obviamente, rico; voltando, logo após o casamento, a viver com a sua ex.

De posse do relatório do detetive, dona Célia marcou um almoço para Túlio em sua casa. Esta idéia foi recebida com agrado por Ruth e Bárbara.

Na hora do almoço, dona Célia pediu a palavra e disse: minhas filhas vocês têm brigado pelo amor de Túlio. Aqui tenho uma prova de quem é este sujeito. Mal-estar geral na mesa. Túlio tentou falar algo, mas dona Célia, com altivez, mandou-o ficar calado.

- Entre, Suzana. -disse dona Célia. Ao ouvir o nome Suzana, Túlio levantou-se rapidamente da mesa e ia em direção à porta de saída, quando foi contido pela polícia. Suzana narrou que fora uma das inúmeras vítimas do golpe aplicado por Túlio em mulheres ricas. E Túlio foi levado para a delegacia.

 



Escrito por Marcelo Fonseca às 17h06
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  As trapalhadas de um gato

   Era a cantilena de sempre: "Eu ainda mato este gato desgraçado".

   Todos estavam reunidos em volta da mesa. A refeição estava sendo servida. Dona Tutu não se acostumava com a vida na cidade grande. Nascida e criada em uma fazenda, no interior do Paraná, ela estava, no momento, na casa da filha mais velha, Débora. Nos últimos tempos, a saúde da matriarca estava um pouco abalada.

   Octogenária, dona Tutu calmamente olhava o seu genro Paulo que, mais uma vez, ralhava com um gato da vizinhança que teimava em beber o leite posto à mesa. Parecia até arte do Saci-Pererê.

   Paulo exigia que Débora colocasse toalha, pratos, guarnições completas em todas as refeições. Mais parecia uma mesa preparada para uma solenidade. Falava que fora criado desse jeito por sua família. Machista em dose cavalar, nunca consentira que sua esposa trabalhasse fora. Débora era Farmacêutica. Assim que concluira a faculdade, casou-se com Paulo. Ele tinha uma birra tremenda em relação a Débora porque não puderam ter filhos. Arquiteto por formação, ele era uma pessoa amargurada. Contudo, tinha um escritório de renome em São Paulo.

   O casal fizera tratamento para ter filhos. Não obtivera sucesso. Paulo chegara a procurar mais de três médicos. A resposta era sempre a mesma: eles não podiam ter filhos; e a Ciência era limitada. Falava-se até que no estrangeiro cientistas aventavam que em um futuro, não muito distante, casais com este problema poderiam ser beneficiados com as novas conquistas da Ciência. Nos exames que Paulo e Débora se submeteram o diagnóstico negativo para filho era em relação a Paulo; o que mais o infelicitava. Quando eles se casaram, isto há mais de trinta anos, quando os  colegas de trabalho de Paulo perguntavam-no quando o herdeiro nasceria, ele sempre afirmava que estava encomendando a cegonha e que em breve o rebento chegaria. Ele fugia sempre da conversa quando este assunto surgia. A princípio ele falava que  havia um pequeno problema com Débora para se engravidar. Ledo engano. Ele que era doente. Débora podia, sim, gerar um filho. Todos os exames médicos apontavam para este diagnóstico. E Paulo queria mentir para si próprio. Hoje, Paulo e Débora têm a idade de 52 anos.

   A vida de Débora é voltada completamente para o lar. Tem Fátima como cozinheira e amiga. Paulo não aprova, muito, esta amizade. Todavia, Fátima está trabalhando com o casal há vinte e cinco anos. Débora fora criada em cidade do interior. Fora para São Paulo fazer faculdade e lá casou-se.

   Assim que terminaram a refeição, Paulo deixara a mesa e fora para o escritório.

   - Débora, de quem é este gato? - perguntou dona Tutu.

   - Mainha, é de alguém daqui da vizinhança. Ainda não sei de quem é. O gatinho teima em querer passear em nossa mesa. Ele entra aqui na sala, vai na cozinha, fica passeando e faz a festa, ah, ah,ah. No primeiro dia que ele apareceu, ainda não tem um mês, a mesa estava posta e nós estávamos assistindo televisão. Quando chegamos, o meu mingau havia sumido. O prato estava limpo. Perguntei à Fátima se ela tinha visto alguma coisa diferente. Ela me disse que não. Outro dia, ouvi um miado. Era o gato. Procurei, procurei, mas não o achei. Não sei ainda como é. Fátima, também, ainda não o viu. Só sei que ele fica passeando por aqui.- disse Débora.

   - Débora, minha filha, vamos falar com os seus vizinhos. Vamos ver se a gente descobre o dono deste gato. - afirmou dona Tutu.

   - Tá bom, mainha. Amanhã cedo vamos descobrir.- disse Débora.

    Dona Tutu, Débora e Fátima já estavam na quarta casa da vizinhança e não tinham descoberto o dono do gato; quando foram atraídas por um grupo de crianças que estava reunido em torno de um gatinho que saboreava duas sardinhas.

   Experiente, dona Tutu disse: Débora, é este o gato que estamos procurando. 

   - Crianças, quem é o dono deste gato? - perguntou Débora.

   - Tia, este gatinho não tem dono, não. Ele fica zanzando aqui na vizinhança. Dizem que ele foi abandonado aqui no bairro. Seu Lourival, da peixaria, dá sempre restos para ele comer. Ele não tem dono não. - disse uma garotinha que aparentava uns nove anos de idade e morava na vizinhança. A história foi confirmada pelo dono da peixaria.

   Débora comprou alimento para o gatinho e o presenteou a dona Tutu.

   Quando dona Tutu terminou os seus exames médicos voltou para a sua fazenda em companhia de Ivo, o gatinho. 

 

 



Escrito por Marcelo Fonseca às 09h57
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  Pura sinfonia

Amor pulsando forte no meu coração

Nasci para amar

Você em meus braços é presente abençoado

Eterno amor

O silêncio é a mais pura sinfonia

De um amor apaixonado



Escrito por Marcelo Fonseca às 09h11
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  Chuva

Chovia. Eu olhava pela janela o céu se derreter. O aguaceiro caminhava pelo caminho dos homens e dos carros.

Água que vinha banhar o negrume do asfalto. Chuva que persiste e forma pequenas poças que, logo, logo, são transformadas em pontos de alagamentos.

E a chuva, intermitente, caía.

Relâmpagos clareavam a noite. Chuva caía forte. Hora de conciliar o sono é hora, também, de ouvir buzinaço vindo do engarrafamento que rapidamente se formara.

É preciso calma. Muita calma. E o longo engarrafamento é realidade. Chuva caía.

Trânsito travado. É a chuva. É a água.

Demorou até acabar aquele caos.

Casas foram invadidas pelas fortes águas. Muitos, desafortunados, perderam seus pertences adquiridos com muito esforço. Carros cheios de lama.

É a chuva.

Nas roças, oh, meu Deus! as chuvas são benfazejas. As plantações são cultivadas; e o alimento chega às mesas. Tanques recebem as águas que vão servir a humanos e criações. Trovoada. Trovoada é esperada pelo homem do campo; e quando o aguaceiro despenca, é júbilo.

 Muitos se recordam do seu tempo no campo onde a chuva era ansiada. Agora, quando a seca expulsou a sua gente para a cidade grande, a chuva é sinal de medo. Acomodações humildes estão em constante perigo.

Na cidade grande a chuva causa medo.

Cidade grande não suporta aguaceiro.

 



Escrito por Marcelo Fonseca às 15h43
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  Sonho desfeito

Em virtude da minha limitação de saúde, não vou mais fazer vestibular para jornalismo.

Foi um sonho pensar em ser jornalista formado. E que sonho!

Agradeço a vocês, caros leitores, por terem me desejado sucesso.

A todos vocês o meu muito obrigado.



Escrito por Marcelo Fonseca às 12h35
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  Vida que segue

De mãos dadas, o casal de noivos passeava pelo centro da cidade. Era início da tarde daquela quinta-feira ensolarada de dezembro. Conversa animada. É grande o amor entre ambos. 

Roberto havia conhecido Sandra no trabalho. Eram funcionários públicos federais.

Professores universitários, eles lecionavam na faculdade de medicina. Profissionais competentes, faziam planos para o seu casamento ser em breve. Queriam que a cerimônia religiosa fosse oficiada pelo padre Mateus; que fora o celebrante do batizado de Sandra.

-Sandra, o que você acha de irmos agora à praia? - perguntou Roberto.

-Hoje não, Roberto. Estou sentindo um pequeno mal-estar. É este calorão que está fazendo. Deixa para outro dia, meu bem; as nossas férias só estão no início. Vamos voltar amanhã para escolhermos os nossos móveis. - respondeu Sandra.

-Vou te levar para casa. -disse Roberto.

Em casa, Sandra tomou um copo com água e sentou-se no sofá da sala de visitas. Ligou a televisão e começou a assistir a um filme de comédia.

-Roberto, você passa a noite de hoje aqui comigo? - perguntou Sandra.

-Claro meu amor. Só vou em casa pegar uma muda de roupa e volto para ficar com você. -respondeu Roberto.

Ao sair, Roberto deu um beijo em Sandra e foi para sua casa.

Sozinha, Sandra começou a passar mal.

-Roberto, me socorre. Me socorre.... gritava a moça.

Televisão ligada. Sandra pegou o aparelho celular e começava a fazer uma ligação quando desmaiou, caindo ao chão.

Após uma hora afastado de Sandra, Roberto volta ao apartamento da noiva e ao entrar deu de cara com a moça caída na sala.

-Sandra, Sandra, o que aconteceu meu  amor? Sandra, fala comigo pelo amor de Deus. -gritava Roberto.

Sandra já estava morta.

Roberto não se perdoava por haver deixado a noiva sozinha. Mesmo por pouco tempo.

Sandra foi sepultada em uma pequena cidade do interior, sua terra natal.

A necropsia indicou aneurisma cerebral.

Roberto ficou uma semana ao lado dos familiares de Sandra, no interior do estado.

O que ele não conseguia aceitar era o fato de que Sandra morrera sem socorro médico.

-Foi uma fatalidade, Roberto; a qual qualquer pessoa está sujeita. Você é ótimo médico. Sandra também era ótima médica. Você acha que se suspeitasse da gravidade do quadro de Sandra, você já não a teria levado logo ao Hospital ao invés de levá-la para casa? - afirmou dr. Carlos, diretor-médico do hospital em que Sandra e Roberto trabalhavam.

-Não podia ter acontecido assim, comigo, dr.Carlos. Não podia ter acontecido comigo. -falava Roberto.

-Foi uma tragédia, Roberto. -disse dr. Carlos.

Roberto, após fazer tratamento especializado, voltou a lecionar na faculdade de medicina e a atender seus pacientes no hospital.

 



Escrito por Marcelo Fonseca às 21h33
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  Crônica de Cinema

Estou feliz. Vou falar sobre Cinema. Crônica de Cinema é o meu novo blogue; pode ser acessado ao lado. Se você gosta de Cinema, já está convidado(a).

Cinema é Cultura!

Forte abraço. 



Escrito por Marcelo Fonseca às 22h24
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  Cursinho

Vou fazer cursinho pré-vestibular.

Preciso me preparar convenientemente para o meu vestibular de jornalismo.

Estou com 46 anos de idade e 28 anos que concluí o ensino médio. Vou estudar com afinco. 

 Meu sonho: ser jornalista diplomado.

Antes que as minhas aulas comecem, tenho mais alguns dias de folga; logo após: Marcelo, aos estudos!



Escrito por Marcelo Fonseca às 09h25
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  Conversa Literária

Criei o blogue Conversa Literária, que pode ser acessado ao lado. O Conversa Literária é dedicado exclusivamente à Literatura. Conto com a sua visita e o seu comentário inteligente. Agora, não se esqueça do blog do Marcelo. Encontro marcado.

Escrito por Marcelo Fonseca às 07h01
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  Amigo inseparável

Olá! tenho dito aqui no blogue sobre o meu gosto favorito por livros. É amor antigo. O livro é meu velho e querido amigo. Sinto plena felicidade ao lê-lo. Muitas vezes fico horas e mais horas lendo este amigo querido. Leitura é meu hábito diário. Algumas vezes, leio dois livros simultaneamente.

O livro é meu amigo inseparável; e que amigo!

 Vou voltar à minha leitura. Até breve!



Escrito por Marcelo Fonseca às 14h56
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  Você já foi plagiado?

Não sei se acontece com vocês, mas fico com uma pulga atrás da orelha quando penso em escrever um conto, uma crônica, uma poesia no blogue. É sobre direitos autorais que estou falando. Se somente pensarmos em termos de globosfera como o único espaço de publicação da nossa produção literária, esta publicação é válida. Sei que há escritores que atuam nas duas frentes: meio eletrônico e impresso. Há outros que só publicam no meio eletrônico. Ao escrever o seu texto e publicá-lo na globosfera, você não pensa em direitos autorais? Faço esta reflexão porque acredito ser relevante. Os nossos textos publicados no meio eletrônico estão resguardados? São questões que precisam ser avaliadas e respondidas. Para você o livro em papel vai acabar um dia? A globosfera será o único lugar onde textos serão publicados? Você já foi plagiado(a)?

Escrito por Marcelo Fonseca às 07h11
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  Literatura de primeira

Excelente romance. Falo de o "Risco de Vida" de autoria de Alberto Guzik. Obra de ficção que marca a estréia deste jornalista, crítico de teatro e ator que, com sensibilidade e argúcia, escreveu a história de amor entre Thomas e Claúdio, mostrando, ainda, a vida de outras pessoas homossexuais, drogas e a temível Aids. Livro lançado em 1995, mostra a dor que é ser vítima da Aids. Sonhos e projetos interrompidos. Contudo, a esperança não abandona a vida. Alberto Guzik escreveu um livro onde há personagens fictícios e verídicos; mostrando a cidade de São Paulo na década de 1980. O mundo do teatro, jornalismo, dança, televisão, publicidade... está retratado em o "Risco de Vida". A Medicina é posta à prova. Valores religiosos são questionados. Crise existencial. "Risco de Vida" mostra, também, o preconceito sofrido por quem é gay.

Alberto Guzik em o "Risco de Vida" escreveu, indubitavelmente, o seu nome na Literatura brasileira.



Escrito por Marcelo Fonseca às 15h59
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  Reforma concluída

Ontem terminou o serviço de pintura do meu apartamento. A reforma, agora, está concluída. Minha Nice tem um bom gosto. O nosso lar ficou lindo!



Escrito por Marcelo Fonseca às 12h46
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BRASIL, Nordeste, SALVADOR, BROTAS, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, Livros, Teatro
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